quinta-feira, 8 de maio de 2008

A revolta das máquinas?!

Se eu for calcular meu prejuízo em apenas 2 semanas, o cálculo ultrapassa os 2 mil reais. Por cima né? Porque não sou boa de conta. Só sei que em menos de 15 dias fiquei sem baby liss, computador, chapinha e ontem, o ainda não pago, celular.
Eu ainda não descobri o motivo, mas já tenho minhas suspeitas: ou tem um espírito espuleta em minha casa querendo me pregar uma peça ou alguém fez uma macumba forte para eu ficar incomunicável, além de deixar meu cabelo desarrumado.
Acho que a segunda opção é a mais provável e por isso, não vou sucumbir ao desejo dos meus inimigos. Ontem fiquei a noite inteira esticando o cabelo com a escova, o que me rendeu uma dor no braço, mas com certeza deixou desapontado o feitor da macumba. Além disso, burlei as regras do trabalho e estou desde o meio dia no MSN, o que de fato não me deixa inacessível.
De uma maneira ou outra, preciso resolver todos esse problemas que estão atrasando minha vida: vou jogar sal grosso no meu quarto, comprar uma fitinha vermelha pra amarrar no braço e trazer um pé de pimenta pra minha mesa de trabalho.

Se nada der certo, ainda posso dar um tapa na mariola ou injetar pela boca!

quarta-feira, 7 de maio de 2008

?

Quando eu tinha 18 anos eu achava que tinha a vida perfeita, com tudo o que sempre sonhei. As melhores pessoas estavam ao meu lado e, o que quer que acontecesse, eu as teria ali.
Mas um dia a gente acorda e percebe que o mundo não é cor-de-rosa. E é bem nessa hora que todo mundo vai embora e quem não vai, a gente faz questão de mandar embora da nossa vida.
Porque crescer faz parte de um processo complicado, que envolve erros e acertos, mas acima de tudo mudanças. E quando a gente muda e passa a tomar nossas decisões sem pedir opinião, ou quando decidimos não dividir cada segredo com as amigas, as pessoas se tornam amargas e não aceitam.
Faz parte.
E faz algum tempo que eu decidi que se alguém não gosta de mim como eu sou, com minhas atitudes e meu temperamento pode me dar tchau.
Eu não preciso de pessoas perfeitas ao meu redor, nem de amigos de infância, só preciso de liberdade pra ser quem eu sou, sem perfeição...

terça-feira, 6 de maio de 2008

De Ribeirão Pires a São Paulo


Sair de Ribeirão Pires para São Paulo parece assustador.
Não só pela distância, mas pelo tamanho da cidade, pela quantidade de pessoas, pelo clima, enfim...
Pegar o trem e não conseguir descer na estação da Luz não é uma tarefa fácil. Em compensação, ouvir Jesus Stop the Music enquanto vamos para a única Estância Turística do Abc é mais do que fácil... É divertido.
Trocar matérias sobre educação e festas turísticas por economia e mercado varejista parece ainda mais assustador.

Não sei o que quero.

Até hoje eu lembro do dia em que fui abrir minha conta no banco. A gerente me perguntou se era meu primeiro emprego e disse: Você vai sofrer muito quando tiver que sair de lá. Na hora eu pensei: O quê? Deixar um chefe bobão, um playboyzinho folgado e minha amiga de faculdade? Isso vai ser muito fácil.

Até poucos dias atrás eu sonhava com um novo emprego, para ganhar mais, ter valor, poder crescer profissionalmente, mas agora não quero mais.
Não quero perder todos os amigos, as tardes agradáveis, os doces e os shows que estão por vir. Não quero trabalhar em um lugar sem graça e monótono.

Agora resta a dúvida: será que compensa?