terça-feira, 16 de agosto de 2011

Que seja doce...

Deixei o blog de lado por uns dias por que passei muito tempo trabalhando. Acho que também parei pra pensar um pouco sobre como todos os meus textos estavam tristes e cheios de saudades. Saudades do meu avô, saudades de amigos distantes, saudades dele, a maior inspiração de todos os dias e a maior razão das lágrimas que insisto em chorar.

Já faz um ano e meio que resolvi voltar a escrever no blog e nenhum texto feliz, o que é, de fato, bem triste! Por isso prometi que a próxima postagem seria feliz ou ao menos esperançosa.

Ainda estou tentando achar algo que me motive a escrever e não seja motivo de dor. Sei que vou achar.

Assim que conseguir, escrevo de novo!


“Então, que seja doce. Repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim: que seja doce.

Quando há sol, e esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo, repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante.

Mas, se alguém me perguntasse o que deverá ser doce, talvez não saiba responder. Tudo é tão vago como se fosse nada.”

Caio F. Abreu



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