sexta-feira, 1 de maio de 2015

Maio de 2015

Ainda acordo todas as noites com medo que o telefone toque de novo e seja você.  Quando não acordo no meio da noite, sonho que tudo continua igual. Ainda abro meus olhos no domingo de manhã esperando te encontrar ao meu lado.

Uma presença tão forte, tão constante virou fumaça em menos de um minuto.

Não sou só eu. Ninguém entende porque assim. Porque tão de repente. Porque nem ao menos uma chance. 
Será que é pedir muito ter mais um minuto?
Será que é feio implorar por um abraço?
As pessoas me dizem tudo o que eu não devo fazer, mas eu continuo querendo arrancar uma resposta sua.

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