quarta-feira, 21 de junho de 2017

Achei nos rascunhos...

Acordei já pensando no que eu te escreveria.

Quis, na verdade, dizer um milhão de coisas. Mas resumi minha mensagem a apenas uma palavra. Não foi o que eu queria dizer, só um aviso: não te esqueci.

E enquanto tomava meu café pensei que sou mesmo uma idiota por dizer que me arrependo de ter estado aqueles 5% mais bêbada, já que costumo falar que se tivesse ingerido um pouquinho menos vodka não teria deixado aquilo acontecer.

Mas meu Deus, você foi a primeira pessoa que me fez sentir uma coisa boa e somente uma coisa boa, sem aqueles outros sentimentos que estragam tudo. Eu gosto mesmo de você. Mas é um gostar tão simples e maduro que ele não vem acompanhado de ciúmes, posse, dependência, costume. É só um gostar. Sem explicação e sem motivo.

Pela primeira vez eu gosto de alguém sem esperar nada dessa pessoa, gosto sem cobrar, sem querer mais, sem planejar o futuro. E como isso é bom.

Gosto por que teu beijo me deixa com vontade de quero mais.

Gosto por que suas broncas chegam no momento que eu menos espero e me fazem ver a vida de outro jeito.

Gosto por que posso ser eu mesma e pq te quero exatamente como você é.

Gosto muito por que não te entendo, não te decifro e não sei o que passa na sua
mente.

Gosto por que você some e eu não me importo. E gosto mais ainda por que de repente você volta e tudo continua numa boa.

Gosto por que sei que esse fim com ctz vai chegar antes desse gostar ter virado o que chamam de amor, mas que, no fundo, é só uma doença que junta dependência e carência.

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